Associados elegeram representantes para diretorias e conselhos; movimento sindical destaca importância da participação dos trabalhadores na gestão da maior entidade de previdência complementar da América Latina

A Previ realizou, na segunda-feira (1º), a cerimônia de posse dos novos diretores e conselheiros eleitos pelos associados e dos representantes indicados pelo Banco do Brasil para o mandato 2026-2030. A renovação dos colegiados reforça o modelo de governança paritária da entidade, uma das principais conquistas dos funcionários do BB e referência no sistema de previdência complementar fechada do país.

No processo eleitoral encerrado em abril, os associados elegeram Alencar Ferreira para a Diretoria de Administração e Lissane Holanda para a Diretoria de Planejamento. Também foram escolhidos representantes para os Conselhos Deliberativo e Fiscal e para os Conselhos Consultivos dos planos Previ Futuro e Plano 1.

O diretor de Administração eleito, Alencar Ferreira, ressaltou a importância do diálogo com as entidades representativas dos trabalhadores. “Vamos manter um relacionamento permanente com as entidades sindicais, que são um elo importante para chegarmos aos mais de 190 mil associados e associadas da Previ. A governança da Previ e a gestão paritária são fundamentais para a proteção e a segurança de todos nós. Preservar esse modelo é garantir uma entidade cada vez mais forte, transparente e comprometida com seus participantes”, destacou.

Para a diretora de Planejamento eleita, Lissane Holanda, a posse marca o início de um novo ciclo construído a partir da participação democrática dos associados. “Essa conquista é fruto de uma construção coletiva que reuniu trabalhadores da ativa, aposentados e apoiadores de todas as regiões do país. A democracia esteve no centro desse processo e o resultado das urnas deve sempre ser respeitado. Assumo esta responsabilidade com absoluto compromisso com os participantes, com a gestão compartilhada e com a defesa de uma Previ cada vez mais forte, transparente e voltada ao interesse coletivo dos seus associados”, destacou.

Durante a cerimônia, foram homenageados os dirigentes e conselheiros que encerraram seus mandatos, entre eles os ex-diretores Paula Goto e Márcio de Souza, que destacaram os avanços alcançados ao longo dos últimos oito anos.

Participação dos associados fortalece a Previ

Para a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, a posse dos novos dirigentes representa a continuidade de um modelo de gestão que tem na participação dos associados um dos seus principais pilares. “A Previ é uma conquista histórica dos funcionários do Banco do Brasil. A participação dos associados na escolha de seus representantes fortalece a governança da entidade e garante que as decisões sejam tomadas com foco na defesa dos interesses dos participantes, na sustentabilidade dos planos e na proteção do patrimônio construído ao longo de gerações”, destacou.

Fernanda também ressaltou a importância do compromisso assumido pelos novos dirigentes diante dos desafios do cenário econômico e previdenciário. “Os representantes que tomam posse assumem uma grande responsabilidade. É fundamental preservar o modelo de gestão compartilhada, ampliar a transparência e manter a Previ como referência em governança, rentabilidade e segurança para os trabalhadores da ativa e aposentados”, afirmou.

Modelo de governança é referência

A Previ completou 122 anos mantendo um modelo de governança considerado referência no segmento de previdência complementar. Em todos os seus colegiados, há composição paritária entre representantes eleitos pelos associados e indicados pelo patrocinador, o que assegura equilíbrio nas decisões e amplia a participação dos trabalhadores na administração da entidade.

Fiscalizada pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), a Previ é reconhecida pela adoção de práticas de governança, transparência e compliance que superam as exigências legais do setor.

Para as entidades representativas dos funcionários do Banco do Brasil, a manutenção desse modelo é fundamental para garantir a solidez da entidade, a proteção dos recursos dos participantes e a segurança dos benefícios presentes e futuros dos associados.

Fonte: Contraf


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